O modelo

Porque é que isto sai mais barato sem sair pior.

A resposta curta é que não estamos a cortar no talento. Estamos a cortar no que está por cima dele.

O problema

Uma agência cobra a estrutura, não só o trabalho.

Quando contrata uma agência, contrata gente boa — e contrata também o escritório onde ela se senta, o account que a coordena, o director que aprova, a equipa comercial que lhe vendeu o projecto, e a margem que sustenta tudo isso.

Nada disso é desonesto. É o custo de manter uma estrutura de pé, e há projectos em que essa estrutura vale o que custa: campanhas com dezenas de intervenientes, contas que precisam de alguém disponível todos os dias, trabalho onde a responsabilidade tem de estar concentrada numa entidade.

Mas a maior parte dos projectos não é assim. A maior parte precisa de duas ou três pessoas muito boas, durante algumas semanas.

O que fazemos

Mantemos o critério. Tiramos as camadas.

O valor de uma agência não está na estrutura — está no critério de quem escolhe as pessoas. É saber que aquele director de arte é o certo para aquela marca, e que aquele developer aguenta um prazo apertado sem partir nada.

Esse critério é o que a Scallent conserva. Selecionamos, validamos portfólios, falamos com referências e acompanhamos o trabalho. O que deixa de existir é a estrutura que teria de pagar para o obter — e não a camada entre si e quem executa, que somos nós.

Fala directamente com a pessoa que vai fazer o trabalho. Sabe quanto ela cobra e quanto nós cobramos por cima. Não há uma linha na factura que não saiba o que é.

A transparência

Vinte por cento, e está dito.

A nossa comissão é 20% sobre o valor do talento. Não muda com o cliente, não muda com o projecto, não está escondida numa linha de "gestão".

O talento define a sua tarifa e recebe-a por inteiro. Nós acrescentamos a comissão por cima — não descontamos dela. Isso importa, porque significa que não temos incentivo para empurrar quem cobra menos: temos incentivo para propor quem resolve o problema.

E se o projecto precisar de gestão da nossa parte, isso é uma linha à parte que aceita ou não. Não vem embrulhada.

Os limites

Quando não somos a escolha certa.

Somos honestos sobre isto porque a alternativa é perdermos tempo os dois.

Se precisa de uma equipa de dez pessoas coordenada durante um ano, com alguém de plantão todos os dias e responsabilidade contratual concentrada numa entidade, uma agência serve-o melhor. Se o seu processo de compras exige três propostas concorrentes com apresentação formal, o nosso modelo não encaixa. E se o que procura é o mais barato que houver, há plataformas de freelancers onde encontra isso — e onde a triagem é problema seu.

O que fazemos bem é pôr duas ou três pessoas muito boas a trabalhar no seu problema, depressa, sem burocracia.

Diga-nos o problema. Nós dizemos quem o resolve.

Meia hora de conversa. Se não for trabalho para nós, dizemos nessa conversa.

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